segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Viva o Gordo!



Um programa que arrancou muitas risadas nos anos 80 foi o Viva o Gordo, comandado por Jô Soares e com um elenco de vários humoristas, atores e personalidades, esse programa teve sua estréia em 1981 e foi até 1987.

Os personagens muitas vezes tinham aquelas piadas e indiretas com a política e os acontecimentos no Brasil, se esquecer das aberturas do programa que eram muito engraçadas, criadas pelo designer Hans Donner. Viva o Gordo chegou a intercalar tanto em seu programa e no programa do Chico Anysio o quadro do Coronel Pantoja (Jô Soares) com o Coronel Bezerra (Chico Anysio).
Com certeza o programa Viva o Gordo teve uma grande participação na história da televisão brasileira e muitos humoristas se inspiraram, além de descobrir novos talentos que foi o caso da Claudia Raia.
Existiu uma fase tensa...bem tensa....com Jô Soares por volta de 1988 ao sair da Globo e ir para o SBT, assuntos polêmicos e até vídeos se encontram hoje na Internet sobre uma suposta “lista negra” que a Globo vez para não dar mais chance aos artistas que faziam parte do Viva o Gordo e até em Comerciais.

A verdade é que o programa com seu humor atingiu todo o Brasil e Portugal com personagens inesquecíveis que marcaram uma época e até hoje é possível assistir pelo canal Viva e muitos vídeos na Internet.
Jô Soares fez centenas de personagns que realmente dariam páginas para falarmos de todas, mas citarei alguns:


Sebastião (codinome Pierre) – Era o último “exilado” que se preparava para voltar ao Brasil e falava no telefone com sua amada “Madalena”.



O Bandeirinha e o Juiz Ladrão – Feito por Jô e Milton Carneiro



O piloto – Era um assistente de televisão bem atrapalhado que a frase marcou muito na época, a famosa: “Falha nossa!”


O Reizinho – Jô ficava de joelhos para interpretar esse papel. "Deste solo que eu piso, desse povo que eu amo, que que eu sou? Que eu sou? Que que eu sou?" E lá vinha a resposta em coro: "Sois rei! Sois rei! Sois rei!"



Capitão Gay – Criado por Max Nunes e era feito pelo Jô e o talento de Eliezer Motta (Carlos Suelly).


 
 
Kid Frutuoso - Líder da banda Sangra Sangra Hemorragia, se esforçava para odiar a sociedade de consumo. "Eu cuspo na sociedade! Cuspo!", dizia Kid, que no fundo era super consumista.
 


Dom Casqueta – Era o papel de um mafioso que sacaneava o Brasil por ser uma país tão desorganizado que não era possível criar uma máfia.
 



Araponga - Recepcionista que não entendia o nome das pessoas e que logo fez sucesso com o bordão “Quain?”
 
 
Jornal do Gordo – “Para pessoas mais ou menos surdas” Está aí um dos quadros que eu achava mais engraçado. Um outro fera do humor na TV (Paulo Silvino) também fazia este quadro. Na “hora” do Cuco tinha a participação de Carlos Moreno, o rapaz da propaganda do Bombril.
 
 
 

Dentista – Era um dentista tarado que se apaixonava pela boca de suas pacientes e que falava: “Bocão....”



Frei Serapião – Outro quadro muito engraçado com Paulo Silvino e a famosa “Tentação” e “Ah, como era grande!”.




Viva o Gordo foi um programa extraordinário e foi assistido por quase todas as idades nos anos 80, personagens e frases que ficaram até hoje de uma época que realmente valia a pena ficar acordado para ver o Jô e seu elenco.




Os Paralamas do sucesso!



Os Paralamas do Sucesso  é uma banda de ska e rock, formada no Rio de Janeiro no final dos anos 70. Seus integrantes desde 1982 são Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone . No início a banda misturava rock com reggae, posteriormente passaram a agregar instrumentos de sopro e ritmos latinos.

O começo

Apesar dos Paralamas serem considerados parte da "Turma de Brasília", por terem vivido e criado amizade com as bandas locais, é uma banda formada no Rio. Herbert e Bi se conheceram crianças em Brasília, por serem vizinhos (o pai de Herbert era militar, e o de Bi, diplomata). Em 1977, Herbert foi para o Rio fazer o colégio militar, e reencontrou Bi, que foi fazer o 3º ano. Os dois resolveram formar uma banda, Herbert com sua guitarra Gibson e Bi um baixo comprado em uma viagem à Inglaterra. Aos dois depois se juntaria o baterista Vital. O grupo se separou em 1979 para fazerem o vestibular, e em 1981 se reuniram. O grupo ensaiava em um sítio em Mendes, interior fluminense, e na casa da avó de Bi, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro.
Esses ensaios lhe renderam a música "Vovó Ondina é Gente Fina". O repertório não era sério (com canções como "Pinguins já não os vejo pois não está na estação", "Mandingas de Amor" e "Reis do 49"), e tentaram criar um nome no mesmo estilo, a primeira sugestão sendo "As Cadeirinhas da Vovó". O nome "Paralamas do Sucesso" foi invenção de Bi, e adotado porque todos acharam engraçado. Inicialmente, o grupo tinha dois cantores (Herbert só tocava), Ronel e Naldo, que saíram em 1982. Em 1982, Vital faltou a uma apresentação na Universidade Rural do Rio e foi substituído por João Barone, que assumiu de vez o lugar na banda algum tempo depois. Escreveram, tendo como "protagonista" seu ex-baterista, "Vital e sua Moto", e mandaram uma fita com essa e mais 3 músicas para Rádio Fluminense. "Vital" foi muito tocada durante o verão de 83, e os Paralamas tiveram a primeira grande apresentação, ao abrir para Lulu Santos no Circo Voador. Também assinariam contrato com a EMI, gravando o álbum Cinema Mudo (definido por Herbert como "manipulado pelo pessoal da gravadora"), e um sucesso moderado.


Subida para fama

Em 1984, lançaram o álbum O Passo do Lui, que teve enorme sequência de sucessos ("Óculos", "Me Liga", "Meu Erro", "Romance Ideal", "Ska") e aclamação crítica, levando o grupo a tocar no Rock in Rio, no qual o show dos Paralamas foi considerado um dos melhores. Depois de grande turnê, lançaram em 1986, Selvagem?, o mais politizado. O álbum contrapunha a "manipulação" desde sua capa (com o irmão de Bi no meio do mato apenas com uma camiseta em torno da cintura), e misturava novas influências, principalmente da MPB. Com sucessos como "Alagados", "A Novidade" (a primeira com participação de Gilberto Gil, e a segunda co-escrita com ele), "Melô do Marinheiro" e "Você" (de Tim Maia), Selvagem? vendeu 700.000 cópias e credenciou os Paralamas a tocar no cultuado Festival de Montreux, em 1987.
O show no festival da cidade suíça viraria o primeiro disco ao vivo da banda, D. Nele, a novidade, em meio ao show com os sucessos já conhecidos, era a inclusão de um "4º paralama", o tecladista João Fera, que excursiona com a banda até hoje, como músico de apoio. Os Paralamas também fizeram turnê pela América do Sul, ganhando popularidade em Argentina, Uruguai, Chile e Venezuela. O sucessor de Selvagem?, Bora-Bora (1988) acrescentou metais ao som da banda. O álbum mesclava faixas de cunho político-social como "O Beco" com as introspectivas "Quase Um Segundo" e "Uns Dias" (reflexo talvez do fim do relacionamento com a vocalista da banda Kid Abelha, Paula Toller). Bora-Bora é tão aclamado pela crítica quanto O Passo do Lui. Big Bang (1989) seguia o mesmo estilo, tendo como hits a alegre "Perplexo" e a lírica "Lanterna dos Afogados". Seguiu-se a coletânea Arquivo, com uma regravação de "Vital" e a inédita "Caleidoscópio" (antes gravada por Dulce Quental, do grupo Sempre Livre).


Alguns sucessos
 
 
 
 

domingo, 22 de setembro de 2013

Indicação de filme para domingo!

Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida
 
 
 
 
 
É o primeiro filme da franquia Indiana Jones. O filme coloca Indiana Jones contra os Nazistas, que estão procurando a Arca da Aliança, porque Adolf Hitler acredita que ela fará o exército alemão invencível.
O filme se originou do desejo de George Lucas de criar uma versão moderna dos seriados das décadas de 1930 e 1940. A produção ocorreu no Elstree Studios, Inglaterra; porém as filmagens ocorreram em La Rochelle, Tunísia, Havaí e na Califórnia de junho à setembro de 1980.
Lançado em junho de 1981, Os caçadores da Arca Perdida se tornou o filme de maior sucesso do ano de 1981. Foi indicado para oito Oscars em 1982, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor (como também um quinto Oscar Especial para Edição de Efeitos Sonoros). Em 1999, o filme foi selecionado para preservação pelo National Film Registry da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, sendo considerado "culturalmente, historicamente ou esteticamente significante".
 
Sinopse:
 
Em 1936, o arqueólogo Indiana Jones (Harrison Ford) é contratado para encontrar a Arca da Aliança, que segundo as escrituras bíblicas conteria "Os Dez Mandamentos" que Deus revelou a Moisés no Monte Horeb. Mas como a lenda diz que o exército que a possuir será invencível, Indiana Jones terá um adversário de peso na busca pela arca perdida: o próprio Adolf Hitler.
 
 

Uma imagem vale mais que mil postagens

Aqui estão duas imagens que com certeza irão trazer boas memórias para quem viveu os Anos 80.







(clique nas imagens para ver melhor)

Barão Vermelho!



O começo

Após assistirem a um show da banda Queen no Morumbi, em São Paulo, surgiu o desejo em Guto
Goffi , bateria, e Maurício Barros , teclado, de 19 e 17 anos de idade respectivamente, de formar uma banda de rock. Em outubro de 1981, os dois estudantes do Colégio da Imaculada Conceição, no Rio de Janeiro, escolheram o nome: Guto sugeriu e Maurício concordou que a banda usaria o codinome do aviador alemão Manfred von Richthofen, principal inimigo dos Aliados na Primeira Guerra: Barão Vermelho. Dias depois, a dupla se uniu a Dé , baixo, e Frejat), guitarra.
Os ensaios ocorriam sempre na casa dos pais de Maurício e, como a banda ainda não tinha vocalista, através de uma amiga de escola, Guto conseguiu contato com um vocalista chamado Léo Guanabara . No entanto, seu timbre da voz foi considerado suave demais para o rock da banda, fazendo com que seus integrantes não o aprovassem. Léo Jaime não se aborreceu com isso, pois já integrava três bandas, e indicou Cazuza . O Barão Vermelho então estava completo.

Barão Vermelho e Barão Vermelho 2

Em 1982, o som do Barão Vermelho, lançado nas lojas dia 27 de setembro, se espalhou um pouco e agradou muito o produtor Ezequiel Neves e o diretor da Som Livre, Guto Graça Mello. Juntos, eles lançaram a banda e, com uma produção baratíssima, em quatro dias, foi gravado o primeiro álbum do Barão, que recebeu o nome da banda. Das músicas mais importantes, destacam-se "Bilhetinho Azul", "Ponto Fraco" e "Down Em Mim". Depois de alguns shows no Rio de Janeiro e em São Paulo, a banda voltou ao estúdio, agora por um mês inteiro, e gravou o LP "Barão Vermelho 2", lançado em 1983.

Maior Abandonado e Rock In Rio

Embora o quinteto pudesse ser promissor, as rádios não pensavam assim, e se negavam a tocar suas músicas. Só depois que Ney Matogrosso gravou "Pro Dia Nascer Feliz", é que as rádios passam a tocar a versão original do Barão Vermelho. Nessa mesma época, Caetano Veloso reconheceu Cazuza como um grande poeta e incluiu a música "Todo amor que houver nessa vida" no repertório do seu show. O Barão Vermelho começou a ter o destaque que merecia, a repercussão foi tanta, que eles foram convidados para compor a trilha sonora do filme Bete Balanço, de Lael Rodrigues, em 1984, e o seu som se espalhou pelo Brasil. Aproveitando o embalo, o Barão Vermelho lançou o terceiro disco, Maior Abandonado, em 1984, conseguindo vender mais de 100 mil cópias em apenas seis meses.
Em 1984, o Barão Vermelho tocou com a Orquestra Sinfônica Brasileira, e em 1985, foi convidado para abrir os shows internacionais do Rock in Rio. Depois de tanto sucesso, estava claro para todos que a carreira da banda estava consolidada.

 Sem Cazuza e de volta ao sucesso

Cazuza já havia expressado o seu desejo de fazer trabalhos solo, e era apoiado por Frejat, contanto que, para isso, ele não abandonasse a banda. A saída, no entanto, anunciada primeiramente ao público no final de um show, foi conturbada, causando uma ruptura na forte amizade que unia Cazuza e Frejat e que só veio a ser reconciliada anos depois. Com a saída, Cazuza ainda levou consigo algumas músicas para o seu primeiro disco solo. A banda superou, lançando a música "Torre de Babel", agora com Frejat no vocal.
Em 1986, lançaram o quarto disco —Declare Guerra— e, embora as composições contassem com a ajuda de grandes nomes, como Renato Russo e Arnaldo Antunes, o álbum não foi muito promovido. A banda então, sentindo-se abandonada, assinou um contrato com a Warner e, em 1987, lançou o álbum Rock'n Geral, que contava com a participação mais ativa dos outros membros nas composições. Embora o disco tenha recebido boas críticas, ele não vendeu mais que 15 mil cópias. No mesmo ano, Maurício deixou a banda, e entraram o guitarrista Fernando Magalhães e o percussionista Peninha.
Somente com três dos integrantes originais, a banda lançou, em 1988, o disco Carnaval, misturando rock pesado e letras românticas. O álbum estourou nas rádios por conta da música "Pense e Dance", da novela "Vale Tudo", de Gilberto Braga, e foi um sucesso absoluto, garantindo ao Barão Vermelho a oportunidade de abrir a turnê de Rod Stewart no Brasil. No ano seguinte, 1989, ainda com a popularidade em alta, o Barão lançou o sétimo disco Barão ao Vivo, gravado em São Paulo, e, nesse mesmo ano, a gravadora Som Livre lançou a coletânea "Os melhores momentos de Cazuza e o Barão Vermelho", incluindo vários sucessos como "Pro dia nascer feliz", "Bete Balanço" e muitas outras. Esse álbum tem ainda várias raridades como a música "Eclipse Oculto" (inédita) e "Eu queria ter uma bomba", música que só era encontrada na trilha nacional da novela "A gata comeu", exibida em 1985.




Em 1990, todos os integrantes da banda são apontados como os melhores de suas categorias, e em 1991, a banda é escolhida, por unanimidade de público e crítica da revista Bizz, como a melhor banda do ano. Em 91 e 92, o Barão Vermelho recebe o Prêmio Sharp de melhor conjunto de rock, e, ainda em 92, são eleitos como a melhor banda do Hollywood Rock daquele ano. O baixista Dadi foi então substituído por Rodrigo Santos.
Em 2001, após apresentar-se no Rock in Rio 3 Por Um Mundo Melhor, os integrantes resolveram dar uma "pausa" na banda a fim de desenvolverem projetos pessoais.

 
Alguns sucessos da banda
 
 
 
 
 
 
 

sábado, 21 de setembro de 2013

Prova 04 - Papo Firme

Foi uma manhã de muita alegria para os presentes, quando alguns integrantes da equipe BRock foram passar uma manhã com os alunos de uma das turmas da ERTE, Escola Rural Taylor Egidio, que abriga crianças da zona rural com regime de tempo integral, tentando assim melhorar a vida dessas crianças e oferecer serviços educacionais. Levamos brinquedos e muita alegria, contamos historias, dançamos e brincamos de dança da cadeira, eles adoraram, e nós ficamos muito felizes em fazer com que eles ficassem contentes.





Indicação Filme para Estourar a boca do balão

E.T. the extra-terrestrial

(para fugir do real ou talvez não)






É considerado um dos maiores sucessos de bilheteria de toda a história do cinema, sendo o primeiro filme a ultrapassar a marca 700 milhões de dólares.
Um alienígena perdido na Terra faz amizade com um garoto de dez anos, que o protege de todas as formas para evitar que ele seja capturado e transformado em cobaia pelo serviço secreto americano. O menino ajuda o ET a regressar ao seu planeta.