terça-feira, 24 de setembro de 2013

Indicação de filme - A Lagoa Azul

 
 

Um dos maiores clássicos do cinema e um dos filmes que mais passou na Sessão da Tarde, A Lagoa Azul também é dos anos 80.

Emmeline (Brooke Shields) e Richard (Christopher Atkins), duas crianças, juntamente com Paddy Button (Leo McKern), um velho marinheiro, são os únicos sobreviventes de um naufrágio numa época em que navegar era a única forma de viajar. Após ficarem à deriva por várias horas eles vão parar em uma ilha tropical que é um verdadeiro paraíso. O lugar não oferece perigo, pois não há animais selvagens, mas após algum tempo Paddy morre. Com o tempo Emmeline e Richard se tornam adolescentes e vivem em uma cabana que eles mesmos construíram. Neste período novas emoções influenciam o relacionamento deles, os dois descobrem o amor e logo Emmeline está grávida. Na noite em que o filho deles nasce Richard descobre a origem dos tambores que eles ouvem de vez em quando no "lado proibido" da ilha.

 

Morre uma lenda

 
 
 
 
Quem foi?
 

Cantora e intérprete brasileira. Elis Regina é considerada por muitos críticos, comentadores e outros músicos a melhor cantora brasileira de todos os tempos. Com os sucessos de Falso Brilhante e Transversal do Tempo, ela inovou os espetáculos musicais no país e era capaz de demonstrar emoções tão contrárias, como a melancolia e a felicidade, numa mesma apresentação ou numa mesma música. Elis Regina aventurou-se por muitos gêneros; da MPB, passando pela bossa nova, o samba, o rock ao jazz. Interpretando canções como "Madalena", "Como Nossos Pais", "O Bêbado e a Equilibrista", "Querelas do Brasil", que ainda continuam famosas e memoráveis, registrou momentos de felicidade, amor, tristeza, patriotismo e ditadura militar no país.

Morte

Morreu em 19 de janeiro de 1982 - São Paulo, Brasil. A causa foi complicações em decorrência de overdose de cocaína e bebida alcoólica.

*O laudo médico foi elaborado por José Luiz Lourenço e Chibly Hadad, sendo o diretor do IML Harry Shibata, médico conhecido por seu envolvimento no caso do jornalista Vladimir Herzog, assassinado por elementos da ditadura militar. Elis encontra-se sepultada no Cemitério do Morumbi em São Paulo.

 
 
 
 
 

Titãs!



Titãs é uma banda de rock brasileira formada em São Paulo, em 1982. Ativa há 30 anos, tornou-se uma das quatro maiores bandas do BRock, ao lado de Legião Urbana, Os Paralamas do Sucesso e Barão Vermelho. Algumas de suas músicas de maior sucesso são Sonífera Ilha, Flores, Polícia, Família, Comida, O Pulso, Go Back, Domingo, Enquanto Houver Sol, Homem Primata, Bichos Escrotos, Cabeça Dinossauro, Pra Dizer Adeus, Marvin, AA UU, Epitáfio, Diversão e Porque Eu Sei Que é Amor.


Formação e primeiros trabalhos

A maioria dos integrantes da banda se conheceu no Colégio Equipe, em São Paulo, no final da década de 1970 e, a partir de uma apresentação na Biblioteca Mário de Andrade no ano de 1981, passaram a fazer shows em várias casas noturnas da cidade, com o nome Titãs do Iê-Iê.

O primeiro show dos ainda Titãs do Iê-Iê ocorreu no dia 28 de setembro de 1982, no SESC Pompeia, descrito pelo hoje baixista e vocalista da banda Branco Mello como uma "sessão maldita", pois teria começado muito tarde, após a meia-noite. No início, a banda contava com visual extravagante, com penteados estranhos, maquiagens e ternos coloridos e gravatas de bolinhas. Além disso, a primeira formação contava com 9 integrantes, sendo eles Arnaldo Antunes, Branco Mello, Marcelo Fromer,
Nando Reis, Paulo Miklos, Sérgio Britto, Tony Belloto, Ciro Pessoa e André Jung, dos quais 6 deles eram vocalistas. Arnaldo, Ciro e Branco eram apenas vocalistas. Sérgio Britto cantava e tocava teclado em algumas músicas. Paulo Miklos e Nando Reis se revezavam no baixo e cantavam, Tony e Marcelo tocavam guitarra e violão respectivamente e André Jung tocava bateria.

Primeiro disco

Em 1984, Ciro Pessoa decide sair da banda. Logo depois, assinam com a gravadora WEA e gravam seu primeiro disco, agora com o nome oficial de Titãs, retirando o Iê-Iê, que causava problemas na fala de apresentadores de rádio e casas de show, pois sempre era confundido com Iê-Iê-Iê, vertente da qual se originou a Jovem Guarda.
Nesse disco homônimo estão grandes sucessos da banda como "Sonífera Ilha", que foi em 1984 a música mais tocada nas rádios brasileiras, rendendo à banda diversas apresentações em programas do Raul Gil e Chacrinha.
Nesse mesmo disco, os Titãs colocaram nas rádios a música "Toda Cor", além de uma das mais importantes da história da banda: "Marvin". Embora ela faça parte desse disco, não fez sucesso naquele momento, fato que ocorreria quatro anos mais tarde, quando os Titãs lançaram uma versão mais técnica e melhorada da música. O mesmo fato aconteceria com outra faixa do disco, Go Back.

No centro das atenções


"Cabeça Dinossauro" abriu várias portas para os Titãs. Além do aumento do número de shows, do cachê e da atenção da mídia em cima do trabalho do grupo, a última faixa do disco abriu portas para uma nova sonoridade que seria muito utilizada no disco seguinte da banda. "O quê?", 13º faixa do álbum, foi gravada de forma diferente das demais do disco. Nela foram utilizados samplers, além de bateria eletrônica. Sua gravação durou uma semana, e o resultado agradou tanto à banda quanto aos fãs.

A glória e a descoberta de novos caminhos sonoros estimulou a banda a entrar em estúdio para gravar seu 4º disco, Jesus não tem dentes no país dos banguelas. Curiosidade: os lados A e B do LP foram batizados de Lado J e Lado T, para que o público não ouvisse automaticamente o lado onde estariam apenas os grandes sucessos. A utilização de samplers e bateria eletrônica foi constante nas primeiras 7 faixas do disco, causando grande revolução sonora. Dentre as faixas, destacam-se a faixa-título, Diversão, Corações e mentes e Comida, enquanto as outras seguiam a linha ditada pelo disco anterior, como em Lugar Nenhum, Nome aos Bois e Desordem.

O disco seguiu o ritmo de vendas do disco anterior, e colocou de vez os Titãs entre as grandes bandas nacionais, graças ao sucesso da parceria com Liminha. O produtor chegou a ser considerado o "9º titã", devido às participações em shows do grupo paulista.
Após algumas apresentações internacionais, a banda gravou ao vivo uma seleção de músicas antigas e lançou o álbum "Go Back", em 1988.
O auge da parceria Titãs-Liminha consolidou-se em "Õ Blésq Blom", lançado em setembro de 1989, uma das produções mais populares até então. Seus principais sucessos eram "Miséria", "Flores", "O Pulso" e "32 Dentes". Um dos destaques curiosos deste trabalho foi a participação especial do casal de repentistas pernambucanos Mauro e Quitéria, descobertos pela banda numa praia de Recife.


Alguns sucessos
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Papai quero um Atari!





Atari 2600 foi um video game projetado por Jay Miner e lançado em 1977 nos Estados Unidos e em 1983 no Brasil. Considerado um símbolo cultural dos anos 80, foi um fenômeno de vendas no Brasil entre os anos de 1984 a 1986 e seus jogos permanecem na memória de muitos que viveram a juventude nesta época.

Apesar de não estar descontinuado formalmente, o 2600 não foi desenfatizado por dois anos depois da venda da Atari em 1984 pela Warner para Jack Tramiel (fundador da Commodore), que queria se concentrar em computadores pessoais.

Ele congelou todo o desenvolvimento de jogos de console, incluindo o jogo Garfield para o Atari 2600 e o port Super Pac-Man para o Atari 5200. Em 1986, uma nova versão do 2600 foi lançada. A nova versão redesenhada do 2600, chamada não oficialmente de 2600 Jr., apresentava uma forma reduzida e mais barata, com uma cara mais moderna muito parecida com o Atari 7800.

O console também foi muito popular no Brasil. Até 1983, quando foi oficialmente lançado no Brasil, pela Polyvox em parceria com a Atari, a plataforma tinha de ser importada, mas o sistema de TV NTSC era incompatível com o sistema de TV brasileiro PAL-M e assim, precisavam de uma conversão, que muitas vezes alterava as cores originais dos jogos, de modo que os Atari 2600 comercializados no Brasil, tiveram várias revisões. As primeiras sofríam de um superaquecimento do regulador de tensão da placa principal, fazendo o videogame travar, gerando a lenda de que o cartucho tinha de ficar frio e assim, muitos deles tiveram seus rótulos furados, para a tristeza dos colecionadores. Muitos clones da plataforma foram fabricados no Brasil por marcas como Dactar, Dismac, Microdigital, CCE e Dynacom, que além da plataforma, também fazíam acessórios e comercializavam os jogos, muitas vezes adulterando-os para que aparecessem sua marca ao invés da marca original, ou que a suprimisse, criando uma indústria paralela de cartuchos piratas, hoje bastante procurados por colecionadores estrangeiros.

Através de sua vida, foi estimada a produção de 40 milhões de unidades e sua lista de jogos é de mais de 900 títulos comerciais até 1991, sem contar muitos "homebrew games", desenvolvidos por programadores independentes.

O Atari 2600 foi oficialmente aposentado no dia 1º de janeiro de 1992, tornando-se o video game de maior vida na história de jogos dos EUA. Ele teve uma vida útil de 14 anos e 2 meses - aproximadamente três vezes mais que a vida 'normal' de um console.

 
 
 

Viva o Gordo!



Um programa que arrancou muitas risadas nos anos 80 foi o Viva o Gordo, comandado por Jô Soares e com um elenco de vários humoristas, atores e personalidades, esse programa teve sua estréia em 1981 e foi até 1987.

Os personagens muitas vezes tinham aquelas piadas e indiretas com a política e os acontecimentos no Brasil, se esquecer das aberturas do programa que eram muito engraçadas, criadas pelo designer Hans Donner. Viva o Gordo chegou a intercalar tanto em seu programa e no programa do Chico Anysio o quadro do Coronel Pantoja (Jô Soares) com o Coronel Bezerra (Chico Anysio).
Com certeza o programa Viva o Gordo teve uma grande participação na história da televisão brasileira e muitos humoristas se inspiraram, além de descobrir novos talentos que foi o caso da Claudia Raia.
Existiu uma fase tensa...bem tensa....com Jô Soares por volta de 1988 ao sair da Globo e ir para o SBT, assuntos polêmicos e até vídeos se encontram hoje na Internet sobre uma suposta “lista negra” que a Globo vez para não dar mais chance aos artistas que faziam parte do Viva o Gordo e até em Comerciais.

A verdade é que o programa com seu humor atingiu todo o Brasil e Portugal com personagens inesquecíveis que marcaram uma época e até hoje é possível assistir pelo canal Viva e muitos vídeos na Internet.
Jô Soares fez centenas de personagns que realmente dariam páginas para falarmos de todas, mas citarei alguns:


Sebastião (codinome Pierre) – Era o último “exilado” que se preparava para voltar ao Brasil e falava no telefone com sua amada “Madalena”.



O Bandeirinha e o Juiz Ladrão – Feito por Jô e Milton Carneiro



O piloto – Era um assistente de televisão bem atrapalhado que a frase marcou muito na época, a famosa: “Falha nossa!”


O Reizinho – Jô ficava de joelhos para interpretar esse papel. "Deste solo que eu piso, desse povo que eu amo, que que eu sou? Que eu sou? Que que eu sou?" E lá vinha a resposta em coro: "Sois rei! Sois rei! Sois rei!"



Capitão Gay – Criado por Max Nunes e era feito pelo Jô e o talento de Eliezer Motta (Carlos Suelly).


 
 
Kid Frutuoso - Líder da banda Sangra Sangra Hemorragia, se esforçava para odiar a sociedade de consumo. "Eu cuspo na sociedade! Cuspo!", dizia Kid, que no fundo era super consumista.
 


Dom Casqueta – Era o papel de um mafioso que sacaneava o Brasil por ser uma país tão desorganizado que não era possível criar uma máfia.
 



Araponga - Recepcionista que não entendia o nome das pessoas e que logo fez sucesso com o bordão “Quain?”
 
 
Jornal do Gordo – “Para pessoas mais ou menos surdas” Está aí um dos quadros que eu achava mais engraçado. Um outro fera do humor na TV (Paulo Silvino) também fazia este quadro. Na “hora” do Cuco tinha a participação de Carlos Moreno, o rapaz da propaganda do Bombril.
 
 
 

Dentista – Era um dentista tarado que se apaixonava pela boca de suas pacientes e que falava: “Bocão....”



Frei Serapião – Outro quadro muito engraçado com Paulo Silvino e a famosa “Tentação” e “Ah, como era grande!”.




Viva o Gordo foi um programa extraordinário e foi assistido por quase todas as idades nos anos 80, personagens e frases que ficaram até hoje de uma época que realmente valia a pena ficar acordado para ver o Jô e seu elenco.




Os Paralamas do sucesso!



Os Paralamas do Sucesso  é uma banda de ska e rock, formada no Rio de Janeiro no final dos anos 70. Seus integrantes desde 1982 são Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone . No início a banda misturava rock com reggae, posteriormente passaram a agregar instrumentos de sopro e ritmos latinos.

O começo

Apesar dos Paralamas serem considerados parte da "Turma de Brasília", por terem vivido e criado amizade com as bandas locais, é uma banda formada no Rio. Herbert e Bi se conheceram crianças em Brasília, por serem vizinhos (o pai de Herbert era militar, e o de Bi, diplomata). Em 1977, Herbert foi para o Rio fazer o colégio militar, e reencontrou Bi, que foi fazer o 3º ano. Os dois resolveram formar uma banda, Herbert com sua guitarra Gibson e Bi um baixo comprado em uma viagem à Inglaterra. Aos dois depois se juntaria o baterista Vital. O grupo se separou em 1979 para fazerem o vestibular, e em 1981 se reuniram. O grupo ensaiava em um sítio em Mendes, interior fluminense, e na casa da avó de Bi, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro.
Esses ensaios lhe renderam a música "Vovó Ondina é Gente Fina". O repertório não era sério (com canções como "Pinguins já não os vejo pois não está na estação", "Mandingas de Amor" e "Reis do 49"), e tentaram criar um nome no mesmo estilo, a primeira sugestão sendo "As Cadeirinhas da Vovó". O nome "Paralamas do Sucesso" foi invenção de Bi, e adotado porque todos acharam engraçado. Inicialmente, o grupo tinha dois cantores (Herbert só tocava), Ronel e Naldo, que saíram em 1982. Em 1982, Vital faltou a uma apresentação na Universidade Rural do Rio e foi substituído por João Barone, que assumiu de vez o lugar na banda algum tempo depois. Escreveram, tendo como "protagonista" seu ex-baterista, "Vital e sua Moto", e mandaram uma fita com essa e mais 3 músicas para Rádio Fluminense. "Vital" foi muito tocada durante o verão de 83, e os Paralamas tiveram a primeira grande apresentação, ao abrir para Lulu Santos no Circo Voador. Também assinariam contrato com a EMI, gravando o álbum Cinema Mudo (definido por Herbert como "manipulado pelo pessoal da gravadora"), e um sucesso moderado.


Subida para fama

Em 1984, lançaram o álbum O Passo do Lui, que teve enorme sequência de sucessos ("Óculos", "Me Liga", "Meu Erro", "Romance Ideal", "Ska") e aclamação crítica, levando o grupo a tocar no Rock in Rio, no qual o show dos Paralamas foi considerado um dos melhores. Depois de grande turnê, lançaram em 1986, Selvagem?, o mais politizado. O álbum contrapunha a "manipulação" desde sua capa (com o irmão de Bi no meio do mato apenas com uma camiseta em torno da cintura), e misturava novas influências, principalmente da MPB. Com sucessos como "Alagados", "A Novidade" (a primeira com participação de Gilberto Gil, e a segunda co-escrita com ele), "Melô do Marinheiro" e "Você" (de Tim Maia), Selvagem? vendeu 700.000 cópias e credenciou os Paralamas a tocar no cultuado Festival de Montreux, em 1987.
O show no festival da cidade suíça viraria o primeiro disco ao vivo da banda, D. Nele, a novidade, em meio ao show com os sucessos já conhecidos, era a inclusão de um "4º paralama", o tecladista João Fera, que excursiona com a banda até hoje, como músico de apoio. Os Paralamas também fizeram turnê pela América do Sul, ganhando popularidade em Argentina, Uruguai, Chile e Venezuela. O sucessor de Selvagem?, Bora-Bora (1988) acrescentou metais ao som da banda. O álbum mesclava faixas de cunho político-social como "O Beco" com as introspectivas "Quase Um Segundo" e "Uns Dias" (reflexo talvez do fim do relacionamento com a vocalista da banda Kid Abelha, Paula Toller). Bora-Bora é tão aclamado pela crítica quanto O Passo do Lui. Big Bang (1989) seguia o mesmo estilo, tendo como hits a alegre "Perplexo" e a lírica "Lanterna dos Afogados". Seguiu-se a coletânea Arquivo, com uma regravação de "Vital" e a inédita "Caleidoscópio" (antes gravada por Dulce Quental, do grupo Sempre Livre).


Alguns sucessos
 
 
 
 

domingo, 22 de setembro de 2013

Indicação de filme para domingo!

Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida
 
 
 
 
 
É o primeiro filme da franquia Indiana Jones. O filme coloca Indiana Jones contra os Nazistas, que estão procurando a Arca da Aliança, porque Adolf Hitler acredita que ela fará o exército alemão invencível.
O filme se originou do desejo de George Lucas de criar uma versão moderna dos seriados das décadas de 1930 e 1940. A produção ocorreu no Elstree Studios, Inglaterra; porém as filmagens ocorreram em La Rochelle, Tunísia, Havaí e na Califórnia de junho à setembro de 1980.
Lançado em junho de 1981, Os caçadores da Arca Perdida se tornou o filme de maior sucesso do ano de 1981. Foi indicado para oito Oscars em 1982, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor (como também um quinto Oscar Especial para Edição de Efeitos Sonoros). Em 1999, o filme foi selecionado para preservação pelo National Film Registry da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, sendo considerado "culturalmente, historicamente ou esteticamente significante".
 
Sinopse:
 
Em 1936, o arqueólogo Indiana Jones (Harrison Ford) é contratado para encontrar a Arca da Aliança, que segundo as escrituras bíblicas conteria "Os Dez Mandamentos" que Deus revelou a Moisés no Monte Horeb. Mas como a lenda diz que o exército que a possuir será invencível, Indiana Jones terá um adversário de peso na busca pela arca perdida: o próprio Adolf Hitler.